domingo, 6 de novembro de 2011

O fotógrafo do momento explosivo

Cada artista possui sua peculiaridade e esquisitice. Inovar. Essa é a palavra de ordem para qualquer bom artista. No caso dos fotógrafos, para a reprodução de uma foto de qualidade basta apenas disparar a câmera no momento certo. Entretanto, para o fotógrafo americano Alan Sailer, 56 anos, este processo é levado ao pé da letra.

Especialista em fotografia de alta velocidade, Sailer, desenvolveu um mecanismo em que a sincronia entre uma pistola de ar comprimido + uma câmera Nikon D40 registra o exato momento de impacto nos objetos.
Para o processo, o artista explica que diminui o tempo de exposição do flash de um milésimo de segundo para um milionésimo para que, assim, seja possível capturar a imagem em câmera lenta. “A preparação é muito interessante. Leva-se muito tempo para posicionar o objeto e programar a câmera. Um segundo depois acabou. Se você tem a foto, maravilhoso. Do contrário, o que resta é a bagunça para limpar”, afirma Sailer.

O estúdio, onde é exercitada a técnica, fica na garagem da casa do artista e é um local extremamente bagunçado, como explica Sailer: “Explodir esses objetos faz muita sujeira. Eu gasto o mesmo tempo para limpar e para fotografar”.

Apesar de ser uma técnica perigosa, Alan Sailer se protege com a utilização de óculos protetores todo o tempo. “Até hoje, só me machuquei com estilhaços de vidro”, conta o fotógrafo.

Mas e como o trabalho do fotógrafo Alan Sailer ficou famoso? Através do compartilhamento de seu Flickr na internet. Algum internauta achou o site e publicou em sua rede social. Com isso, o número de visualizações das páginas cresceu e centenas de emails começaram a chegar para Sailer, inclusive de jornais e revistas.

Confira abaixo algumas das fotos do fotógrafo do momento explosivo:






 Para conhecer mais um pouco do trabalho de Alan Sailer, acesse: http://tinyurl.com/co58d8

sábado, 29 de outubro de 2011

Sustentabilidade: a nova tendência

Curso de Engenharia Têxtil da UFRN apresenta estande na CIENTEC 2011 sobre customização de roupas

Descarte rápido de peças mais substituição por novas tendências de estação em estação são algumas das premissas do Mundo da Moda. Porém, você já parou para pensar que moda e conservação do meio ambiente podem andar de mãos dadas?

Com a temática “Inovação para o desenvolvimento sustentável”, a 17ª edição da Semana de Ciência, Tecnologia e Cultura (CIENTEC) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) contou com diversas estandes de pesquisas universitárias sobre a pauta sustentabilidade. Entre elas, localizada no Pavilhão III da feira, estava a estande RECICLANDO MODA das estudantes do curso de Engenharia Têxtil.

O objetivo do projeto foi simples: fazer com que os visitantes refletissem sobre o processo de fabricação das vestimentas e promover, assim, o ‘consumo sustentável’. “As pessoas nunca param para se perguntar quanto tempo a roupa que usam vai durar. Ao ser jogada fora, dependendo do material de composição, ela poderá demorar anos para se decompor. Por que então, ao invés de descartar as peças de roupa, não incentivamos e ensinamos sobre a importância da customização?, afirma Érica Batista, 23 anos, estudante do quarto período de Engenharia Têxtil e participante do projeto.

Érica Batista, 23 anos
Entretanto, compor um visual para muitos dos consumidores não é nada fácil. Muito menos escolher e saber combinar as peças exatas de roupa. Então, o que é necessário para aprender a dar aquele up no look e transformar peças - que já não fazem mais parte da alta estação - em algo prático, bonito e usável no dia-a-dia? Observar looks, degustar blogs de moda e abusar da criatividade, como explica Érica, é a receita perfeita para um guarda roupa fashion e sustentável.


Cinco dicas para deixar seu guarda roupa verde:

1)      Planeje antes de comprar. Não compre por impulso;
2)      Ame suas roupas. Cuide-as com carinho. Defeitos provocados por acidentes podem ser reparados;
3)      Evite lavagem a seco. Máquinas de lavagem a seco usam tetrachloroethylene, uma substância cancerígena;
4)      Encontre uma nova utilidade. Reciclar não é somente reaproveitar. Seja criativo, inspire-se no mundo a sua volta e aproveite o que já existe para reinventar;
5)      Escolha roupas éticas. Muitas empresas, além de cuidarem da natureza, investem em sustentabilidade e responsabilidade social. Valorize e incentive esse tipo de ação.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

O fotógrafo do "momento decisivo"

HISTÓRIA
22 de agosto de 1908: nascia em Chanteloup, França, aquele que mais tarde ficaria conhecido como um dos pais da fotografia moderna e do fotojornalismo - o repórter, fotógrafo e artista Henri Cartier Bresson.

Descendente de família burguesa parisiense, Bresson cresceu em meio a um ambiente afortunado. Quando criança, o pequeno Henri ganhou sua primeira câmera fotográfica, uma Box Brownie, com a qual produziu inúmeros instantâneos. Esse acesso facilitado às novidades tecnológicas acabou por gerar uma obsessão no menino pelas imagens.

Em 1931, aos 22 anos, Cartier-Bresson viajou à África, onde passou um ano como caçador. Entretanto, uma doença tropical obrigou-o a retornar à França. Foi neste período, durante uma viagem a Marselha, que ele descobriu verdadeiramente a fotografia, inspirado por uma fotografia do húngaro Martin Munkacsi, publicada na revista Photographies (1931), mostrando três rapazes negros a correr em direção ao mar, no Congo. 
por: Martin Munkacsi
Nesse meio tempo, ele comprou uma câmera portátil da marca Krauss. Contudo, a sua paixão pela arte de fotografar tornou-se latente ao ser apresentado a mais famosa câmera alemã: a Leica. Foi amor à primeira vista. A partir desse dia, o fotógrafo e a máquina seriam como unha e cutícula. “Desde que a encontrei, jamais me separei dela”, disse uma vez - em entrevista - Cartier Bresson.
“O papel do fotógrafo é documentar e para isso o necessário é uma câmera eficiente e intuição”, disse Bresson. Por outro lado, muito mais que a finalidade da reportagem de retratar o momento histórico, suas fotografias encantaram também pela beleza e originalidade. Suas fotos podem não ser espetaculares, mas certamente são lindas e verdadeiras. Em seu livro “Os europeus”, chama a atenção: “Os fotógrafos não fazem mais do que mostrar as agulhas do relógio, mas eles escolhem os seus instantes”.

Em 1932, ele iniciou sua carreira fotográfica, tornando-se o mais influente fotojornalista de sua época, desenvolvendo um estilo definido como a busca pelo “momento decisivo” ou “instante mágico”.
Para ele é o momento decisivo que expressa a essência de uma situação. Por isso, nunca realizou nenhum tipo de retoque ou manipulação de suas imagens.

("O Momento Decisivo" foi, inclusive o nome do seu primeiro Grande Livro: "The Decisive Moment" em 1952).

Sua contribuição para a reportagem é inegável, mas foi fotografando cenas cotidianas durante o período de 1930 a 1960 que sua fama se consolidou.





Cartier serviu ao exército fracês na Segunda Guerra Mundial, onde foi preso pelos nazistas e participou da Resistência Francesa. E em 1947, quando a paz foi estabelecida, o repórter fundou a agência fotográfica de fotojornalismo “Magnum”, em parceria com Bill Vandivert, Robert Capa, George Rodger e David Seymour. Esse foi o período do desenvolvimento da sofisticação do seu trabalho.

A MAGNUM


A agência de fotografia continua no mercado até hoje. No site, podemos encontrar a seguinte frase de Bresson: “Magnum é uma comunidade de pensamento, de uma qualidade humana compartilhada, a curiosidade sobre o que está acontecendo no mundo um respeito pelo que está acontecendo e um desejo de transcrevê-lo visualmente".

Vídeo com as mais famosas fotos da Magnum:



Em 1966, por motivos pessoais, Bresson retirou-se da Magnum, mas permitiu que a Agência continuasse a distribuir suas fotos.

CARREIRA

Bresson fotografou eventos importantes da história mundial, entre eles: a morte de Gandhi, a China nos últimos meses do Kuomitang, a luta pela independência da Indonésia, o início da República Popular da china, o décimo aniversário da Revolução Popular Comunista, documentou a Rússia comunista (após a morte de Stalin) e a Revolução Popular Chinesa.




Revistas como a Life, Vogue e Harper's Bazaar contrataram-no para viajar o mundo e registrar imagens únicas. Da Europa aos Estados Unidos da América, da Índia à China, Bresson registrou os “instantes mágicos”. Tornou-se conhecido mundialmente por trabalhos publicados nas revistas Life e Paris-Match. Em 2000, estabeleceu a fundação que leva seu nome.

02 de agosto de 2004: morre com 95 anos, na cidade de Provença – na França – o famoso e mais conhecido “Pai do Fotojornalismo”. Seu nome figura ao lado dos grandes mestres da fotografia e sua linguagem e técnica continua a servir de inspiração às gerações de fotógrafos.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Publicidade Consciente

Já se passou o tempo em que você recebia uma corrente de e-mail e encaminhava-a prontamente. Com a criação do Facebook, Orkut, Twitter e afins, a função dos endereços eletrônicos - como repasse de mensagens – entrou, praticamente, em desuso. Muitos de vocês abrem a caixa de entrada e ao depararem-se com correntes já as excluem. Mais alguns enviam-nas para spam.
Confesso que muitas vezes utilizei-me desses recursos. Entretanto, tem quem mande ainda e-mails com um teor informativo interessante e/ou importante. Foi então, que um dia desses recebi uma apresentação de slides com uma seleção de campanhas publicitárias do mundo todo que buscam a conscientização dos indivíduos sobre as mais variadas temáticas.

Algumas chamaram tanto a atenção e atingiram meu sentimentalismo, que resolvi compartilhar com vocês:












sábado, 2 de abril de 2011

Um rosto, uma paixão, uma personagem de HQ


Princesa em Roma, garota de programa em Nova York e até Cinderela em Paris. A atriz Audrey Hepburn encenou os mais variados papéis nas telonas. Foi ainda embaixatriz da Unicef, diva do estilista Givenchy e ícone para o mundo da moda. Todavia, você sabia que a atriz serviu de inspiração para a criação de um personagem de quadrinhos?


1998, cinco anos após a morte de Audrey, nascia a criminóloga Júlia Kendall. Publicada no Brasil pela editora Mythos, o gibi “J. Kendall – Aventuras de uma criminóloga”, dá vida a uma jovem professora de criminologia da universidade fictícia de Garden City – em Nova Jersey - que auxilia a polícia local na resolução de crimes.
O rosto da personagem foi inspirado no da queridinha Audrey Hepburn, uma paixão – desde garoto – do roteirista italiano Giancarlo Berardi.
O roteirista de 60 anos, criou Júlia para ser uma heroína diferente do habitual nos HQ’s: ela não tem superpoderes. Na realidade, Giancarlo nunca teve interesse por super-heróis. O roteirista acredita muito mais no heroísmo de um pai de família, com três ou quatro filhos, que se sacrifica e abre mão de tudo para mantê-los bem, dar os estudos e ajudá-los a construir um futuro. Segundo ele, suas histórias giram em torno desse tipo de herói.
Para criar a trama do HQ, ele trabalhou durante quatro anos estudando os personagens. “A criação de um personagem precisa ser estudada, principalmente quando se trata de uma temática bastante abordada no mundo literário, como é o romance policial. Deve-se também ficar atento e captar idéias, diálogos e as situações do dia-a-dia com muito cuidado. Sem esquecer, é claro, do saudável hábito de se acompanhar nos jornais e telejornais o que se passa no mundo”, explica.


(O HQ possui 132 páginas, escritas por Berardi – foto - e colaboradores, recheadas de tramas policiais e de influências e profundidade)

Caraminholas


Não deixe-me aqui com caraminholas na cabeça. Quando eu mais precisar, segure a minha mão e leve-a de encontro a tua. Não esqueça-se de dizer o quanto me ama e quais os motivos para tal sentimento. Escreva uma carta enumerando-os. Ligue sem motivo aparente, apenas com a pretensão de desejar-me um bom dia.  E nunca, mas nunca procure entender o que se passa em minha mente. Não se chateie com meus descompassos e mudanças de humor. Somente lembre-se de uma coisa: você e eu – eu e você.

Uns trocados, um adeus e um pouco de reflexão


15 de março de 2011. Falece - vítima de câncer - o esposo de Sônia Maria Siqueira (50 anos), educadora da Creche Nossa Senhora da Esperança.

29 de março de 2011. Um enfarte inesperado acomete a educadora Sônia. Os médicos do Hospital Walfredo Gurgel (Natal/RN) decretam “falência cerebral”, como informou Cira - filha da professora. Como se não bastasse a tristeza de ter deixado o marido morrer à míngua, a depressão e o processo de definhamento tomaram conta de Sônia.

02 de abril de 2011. Morre às 10 horas do dia de hoje, a funcionária do MEIOS (Movimento Estadual de Integração e Orientação Social), Sônia Siqueira. A professora, assim como duas mil pessoas, estava sem receber seu salário desde outubro do ano passado.

Com a esperança no coração de ainda receber os atrasados – como prometera o governo do Estado - essa mãe de seis filhos e viúva, saía todos os dias de sua casa no Bairro do Bom Pastor e encaminhava-se a uma agência do Banco do Brasil para sacar o extrato de sua conta bancária. Sem sucesso. Triste ilusão.

Para Sônia, agora não importa mais se receberá seus trocados ou não. Não pôde aliviar a dor do marido, não poderá usufruir do seu direito de educadora infantil e cidadã, não poderá mais cuidar de seu filho portador de necessidades especiais. O que resta? Talvez um simples adeus e uma parcela de alívio para os filhos que herdaram a despesa do funeral do pai. Se é que irão receber esse dinheiro que custou a vida de sua mãe.

Será que nossos políticos irão esperar até mais uma pessoa morrer para resolverem pagar os salários atrasados dos funcionários do MEIOS? Será que a história de Sônia e o esfacelamento de sua família não serve para um pouco de reflexão?

(via blog da jornalista Thaisa Galvão: http://tinyurl.com/3zg6nwq)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

April Fool's Day

06h45min. O barulho de um casal de rouxinóis me desperta. Mal havia acabado de escovar os dentes, quando o celular tocou.


- Ring, ring:
♫ “Seems like everybody's got a price | I wonder how they sleep at night | When the sale comes first | And the truth comes second | Just stop for a minute and | Smile”.

Era o Anderson. Pelo tom de sua voz, alguma coisa terrível tinha acontecido. Fiquei sabendo que meu amigo poderia estar prestes a perder um de seus maiores bens. Meu confidente de infância não quis entrar em mais detalhes por telefone e pediu que fosse ao seu encontro, onde ele poderia explicar melhor.

Acabada a ligação, parei na sacada do apartamento, ainda preocupada, e observei o que se passava lá fora. O movimento das ruas daquela manhã era intenso.

Como o meu encontro com o Anderson seria na lanchonete mais próxima de casa, optei por colocar um vestidinho branco - simples -  um brinco de bola com a mesma tonalidade e uma rasteira creme. Cabelos soltos ao vento, fui andando ao encontro do meu aflito amigo.

Já sentada na mesa, vi de longe meu amigo que trazia um inexplicável sorriso nos lábios. lá Ao me ver, foi até minha direção, sentou-se na cadeira e segurou minhas mãos. Eu surpresa:
- Menino, que sorriso é esse? E o bem tão precioso que você está para perder?

Ele ainda com aquela cara sapeca falou: “O meu bem precioso é sua amizade, e tive medo de perdê-la ao pregar-lhe essa piadinha de primeiro de abril.

¬¬

Inesperadamente, puxou-me para mais perto e lascou-me uma beijokita.


Naquele dia cheguei à conclusão: o Anderson era um mentiroso.
Tá bom, tá bom. E um lindo também. Confesso.

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Pois é, estamos sujeitos a esses tipos de brincadeiras que, como a da estória pode ser legal e até bonitinha, mas que geralmente são de muito mau gosto.

Mas e você?
Já parou para se perguntar
quando começaram
essas piadinhas de 1º de abril?
Sabe a origem dessa data pelo mundo a fora?
Não? Pois confira abaixo!



Origem do 1º de Abril


Existem as mais variadas explicações para o 1º de abril  ser considerado o Dia da Mentira. Uma delas diz que a brincadeira começou na França.

Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março e a data marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1º de abril.

Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1º de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1º de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.

Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day, "Dia dos Tolos (de Abril)"; na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, literalmente "peixe de abril".

No Brasil, o primeiro de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou A Mentira, um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. A Mentira saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.



[ Via Blog do Hugo Sérgio (http://hugo.sergio03.zip.net/) - adaptado ]

Headband

O Hairband (acessório de cabelo), mais conhecido pelo nome de Headband (acessório de cabeça), fez sucesso entre as participantes femininas dessa 11ª edição do Big Brother Brasil. Maria, Jaqueline e Janaína se aproveitaram do look em diversas ocasiões.

Jaqueline, Janaína e Maria


Maaaaas... O que é Headband?

É uma espécie de arco que é colocada por cima do cabelo e tem um toque hippie e indígena. Todavia, o acessório pode ser mais clean e proporcionar um visual mais jovem e retrô, como o da personagem Blair -  do seriado Gossip girl - interpretado pela atriz Leighton Meester, cansou de esbanjar para nós.



Quando surgiu?

Esse acessório surgiu na Grécia antiga e foi utilizado para nomear os cidadãos em ocasiões especiais e eventos importantes. Os romanos também o usavam decorados com ouro e prata.

Somente por volta dos anos 60 e 70 que o Headband atingiu o seu auge e fez a cabeça de homens e mulheres. O movimento hippie foi o grande responsável por esse acontecimento. Está aí o tom hippie que o acessório provoca no look.



Confira abaixo fotos de alguns estilos de Headband:
1) Fininho e arrumado:

2) Lenço:


3) Fino e simples:
(Taylor Swift, cantora)
 4) Trançada:

 5) Étnica:


6) De materiais diferentes:
 
(Nicole Richie, Lily Allen, Micha Barton, Taylor Swift)


7) Trançada natural:



E agora, José?
Eu já aderi a nova tendência. E você?
Os Headbands fizeram sua cabeça?

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A História das Coisas

Já parou para pensar que cuidando do Planeta Terra estamos cuidando de nós mesmos? Essa pauta da SUSTENTABILIDADE não sai mais da mídia, escolas e universidades. Está em todos os lugares, mas parece que as pessoas continuam sem se preocupar com o futuro que deixaremos para as próximas gerações.

O documentário Story of Stuff é um belo propagador [ e um dos melhores ] da temática sustentabilidade. Criado em 2008 pelo projeto de mesmo nome, o vídeo traz a guru ambiental Annie Leonard. Ela conta pra gente uma historinha sobre como funciona o sistema linear do capitalismo e como o jogo de interesses dos agentes hegemônicos do modelo de produção capitalista acaba por dissociar os problemas ambientais do nosso planeta.

Confira!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Uma Inspiração muda tudo

O Flash Mob – aquela reunião de um grupo de pessoas que se agrupam em um lugar público para realizarem um ato incomum e sem sentido por um breve tempo e logo depois se dispersam rapidamente - está se tornando cada vez mais popular em todo o mundo, sem contar que criativo também. Entretanto, e se ele fosse utilizado para passar uma mensagem maior? Ou alegrar o seu dia?

Trânsito parado. Pessoas impossibilitadas de chegarem aos seus destinos. Preocupações. Caras fechadas. Até que de repente escuta-se na rádio: “Neste momento milhões de pessoas estão no carro escutando o rádio. Todas sérias, sonolentas. Até que uma inspiração muda tudo. Convidamos você a sorrir para o motorista do carro ao lado. Se ele estiver ouvindo isso, ele vai sorrir de volta”.

Essa ação inovadora, de deixar a rotina dos brasileiros mais leve, foi realizada pela empresa Brastemp – em São Paulo - através de 11 estações de rádios. As rádios transmitiram simultaneamente o spot SORRISO.

Além de atravessar o oceano e chegar a Portugal, a campanha ganhou a premiação de Melhor Vídeo Online no Croquette Awards 2010 (importante e único festival de Marketing de Guerrilha e Viral).





Faça a diferença você também e tweet um SORRISO. :D

Pensamento flutuante

E meu pensamento flutuou até você bem de leve. Foi sem motivo algum aparente. Por um instante parecia que estava revivendo todo aquele momento mais uma vez. Todavia, o barulho do ônibus passando foi como um baque que me fez voltar para a realidade. Eram apenas lembranças. BOAS lembranças.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Tempo

Quanto mais passa o tempo, mais conhecemos as pessoas e percebermos claramente o sacrifício que cada uma é capaz de fazer para ficar com a gente. E essa regra não equivale apenas para os outros. Quanto mais passam os milésimos, segundos e minutos, cai a ficha de como os sentimentos mudam e evoluem. Com isso, passamos a entender o sacrifício que TAMBÉM somos capazes de realizar para estarmos perto de quem gostamos.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

A consulta


Uma vez fui ao consultório do Doutor L.
Apesar de estar em um momento bem sucedido no mundo acadêmico, não estava me sentindo saudável. A sensação de inquietude tomava conta de mim. Uma dorzinha quase que imperceptível, meses atrás, estava por se tranformar em uma bomba atômica prestes a explodir e eu precisava saber a opinião de algum médico e que ele prescrevesse uma receita para amenizar aquela incomodação.

Chegando ao hospital, a atendente por volta dos 30 e poucos anos, loira e com sotaque gaúcho me atendeu prontamente. Simpática, deu uns telefonemas e conseguiu um encaixe no atendimento daquela tarde. E lá fiquei aguardando minha vez.

O ambiente de espera do lado de fora do consultório era ordinário. Para a distração dos pacientes, o televisor tela plana moderníssimo estava ligado em algum canal da TV aberta e revistas de fofoca encontravam-se espalhadas em uma mesa mais a frente. Entretando, optei por colocar os fones de ouvido e me teletransportar para meu mundinho particular, deixando que os minutos e segundos passassem despercebidos.

Depois de ouvir quase vinte músicas, eis que perbebo a atendente acenando para mim freneticamente. Pela sua expressão, a coitada já estava tentando chamar minha atenção há algum tempo, mas sem sucesso. Envergonhada me encaminhei até o balcão de informação e ela, ofegante, indicou-me as escadas da esquerda e falou para subir até o segundo andar e bater na porta 202.

Entretanto, antes de me levantar da poltrona dei de cara com ELE, o desconhecido. Com o olhar em minha direção, um sorriso incipiente no canto da boca e uma expressão divertida no rosto lá estava aquele estranho rindo do meu momento distraído. Como podia alguém ser tão petulante a ponto de deliciar-se com a desgraça alheia?! Olhei para os lados e observei que mais ninguém havia reparado no acontecido. O restante das pessoas estava perdido em seus próprios universos paralelos. “Menos mal”, disse mentalmente. E segui para o meu destino. Ainda estava um pouco atordoada com a cena anterior e para chegar mais ‘normal’ na sala do médico, preferi subir as escadas ao invés de pegar o elevador.

Noc, noc. “Pode entrar”, disse uma voz rouca por detrás da porta. A entrada no consultório causou-me surpresa. Um senhor, de 60 e poucos anos me disse boa tarde e foi muito convidativo. Todavia, o que me despertou a atenção foram as paredes. Em vez de conter quadros pela sala com as conquistas acadêmicas, diplomas de mestrado e doutorado, podiasse encontrar ali posteres de bandas como The Cure, Beatles e Rolling Stones, além de fotografias de pessoas sorrindo abraçadas a um médico jovem, de baixa estatura, músculos não trabalhados e com tendência a calvice. Ao olhar novamente para o doutor, percebi que as caraterísticas encaixavam-se perfeitamente nele e que aquele jovem médico sorridente das fotos era o mesmo que esbanjava simpatia para mim naquele instante.

Examinei meticulosamente todos os detalhes mais uma vez e me veio cabeça que ele deveria ser adepto do projeto "Doutores Palhaços – A alegria é o melhor remédio para os doentes”. (Sim, o mesmo lema do doutor americano Patch Adams, ao qual inspirou o filme O amor é contagioso, vivido nas telonas pelo ator Robin Williams).

Depois de abstrair o primeiro impacto, finalmente consegui prender minha atenção no Dr. L. e relatei meu incômodo. Ele ouviu tudo atentamente e receitou um remédio que precisava ser tomado apenas uma vez. Prescreveu também que eu saisse mais, conhecesse novas pessoas... Enfim, o que qualquer pessoa diria para alguém tão ocupada como eu. No começo, não levei muito a sério aquele receita que mais parecia balela. Contudo, agradeci, me despedi do doutor e fui embora.

Na saída do hospital ainda encontrei com aquele engraçadinho que havia se divertido as minhas custas. Talvez eu tivesse passado sem reparar nele e ficaria por isso mesmo. Todavia, o garoto me seguiu até o corredor de saída. Pegou na minha mão e entregou um embrulho. Atrevido, logo concluí. Mas adivinha o que havia naquela embalagem. Meus fones. Sem querer, por causa da vergonha que passei com a atendente, havia deixado os fones no sofá de espera e ele guardou para mim. Quando estava mudando de opinião sobre ele, eis que encontro um pedaço de papel dobrado. De brinde, o papel trazia um número de celular. Típico. A minha primeira impressão não havia falhado.

Sai do hospital, peguei o primeiro táxi e desci na farmácia mais perto de casa. Ao mostrar a receita para a moça do balcão ela sorriu intrigada e entregou uma capsula. Pedi um copo d’água e tomei o remédio ali mesmo. Sai então para espairecer um pouco e relembrar o dia que pensei que seria um dia como outro qualquer. Mas aquilo estava longe de ser um dia normal.

Passeando pela praça mais próxima de casa comecei a notar mudanças e a sentir sintomas estranhos. Definitivamente aquele fim de tarde somado a medicação do doutor L. haviam provocado sérias alucinações em mim. Minha concentração tinha ido para o espaço e minha a imaginação ficou perdida em constantes devaneios. As mais mirabolantes ideias passaram por minha cabeça e de tanto divagar passei a confundir fantasia com o real e a misturar sonho com a realidade.

Os sintomas pioraram quando cheguei em casa. Tudo começou pelo aumento da pressão sanguínea, seguido da dilatação de quase todos os poros da pele do meu rosto ao olhar novamente para aquele pedaço de papel amassado. A descarga de adrenalina foi tão grande que meus músculos se debatiam e eu sem saber o porquê daquilo. Uma singela lembrança da troca de olhares e do toque em minha mão bastou para provocar em mim uma forte taquipnéia que desencadeou uma pulsante taquicardia. A força de contração ao qual meu músculo cardíaco sofreu foi tanta que quase cheguei ao desmaio.

Passaram-se alguns dias. Agora até a fome se esvaía. O mais novo sintoma, para preocupação geral, era a profunda insônia que se alastrava noite após noite e dia após dia. Semanas se passaram e como aquelas novas sensações não passavam resolvi seguir a receita do Dr. L. a risca. Liguei para o senhor atrevido. Quem melhor que um desconhecido como ele para jogar conversa fora e colocar em prática a receita do doutor?! Todavia, foi depois desse episódio que os sintomas iniciais da droga prescrita deram lugar a novos efeitos nos dias seguintes.

Os meus olhos mais pareciam duas faíscas que não paravam de brilhar. Sorrisos bobos ao meio da noite passaram a me pegar deprevinida e brotavam em meu rosto com a maior facilidade. Era só lembrar daqueles novos e contantes telefonemas no meio da tarde ou noite para tudo ficar bem. E as coincidências que não terminavam de aparecer?! Ahhh... As coincidências...


Foi então que... tchibum! Abri a comôda ao lado da minha cama e olhei a receita do tal remédio. Pluft! A medicação era na verdade uma pastilha. ¬¬
Caramba, nem para olhar o remédio que estava tomando eu... Espera!

1, 2, 3, 4, 5 ,6 , 7,...

Pois é, finalmente eu havia despertado e descoberto que aquilo que estava sentindo não era nenhum efeito colateral da suposta droga, nem muito menos doença. Na realidade, o problema era que meu coração a la Grinch começava a crescer novamente. Pois é, minha aposentadoria chegava ao fim. Pois é.
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