sábado, 2 de abril de 2011

Um rosto, uma paixão, uma personagem de HQ


Princesa em Roma, garota de programa em Nova York e até Cinderela em Paris. A atriz Audrey Hepburn encenou os mais variados papéis nas telonas. Foi ainda embaixatriz da Unicef, diva do estilista Givenchy e ícone para o mundo da moda. Todavia, você sabia que a atriz serviu de inspiração para a criação de um personagem de quadrinhos?


1998, cinco anos após a morte de Audrey, nascia a criminóloga Júlia Kendall. Publicada no Brasil pela editora Mythos, o gibi “J. Kendall – Aventuras de uma criminóloga”, dá vida a uma jovem professora de criminologia da universidade fictícia de Garden City – em Nova Jersey - que auxilia a polícia local na resolução de crimes.
O rosto da personagem foi inspirado no da queridinha Audrey Hepburn, uma paixão – desde garoto – do roteirista italiano Giancarlo Berardi.
O roteirista de 60 anos, criou Júlia para ser uma heroína diferente do habitual nos HQ’s: ela não tem superpoderes. Na realidade, Giancarlo nunca teve interesse por super-heróis. O roteirista acredita muito mais no heroísmo de um pai de família, com três ou quatro filhos, que se sacrifica e abre mão de tudo para mantê-los bem, dar os estudos e ajudá-los a construir um futuro. Segundo ele, suas histórias giram em torno desse tipo de herói.
Para criar a trama do HQ, ele trabalhou durante quatro anos estudando os personagens. “A criação de um personagem precisa ser estudada, principalmente quando se trata de uma temática bastante abordada no mundo literário, como é o romance policial. Deve-se também ficar atento e captar idéias, diálogos e as situações do dia-a-dia com muito cuidado. Sem esquecer, é claro, do saudável hábito de se acompanhar nos jornais e telejornais o que se passa no mundo”, explica.


(O HQ possui 132 páginas, escritas por Berardi – foto - e colaboradores, recheadas de tramas policiais e de influências e profundidade)

Caraminholas


Não deixe-me aqui com caraminholas na cabeça. Quando eu mais precisar, segure a minha mão e leve-a de encontro a tua. Não esqueça-se de dizer o quanto me ama e quais os motivos para tal sentimento. Escreva uma carta enumerando-os. Ligue sem motivo aparente, apenas com a pretensão de desejar-me um bom dia.  E nunca, mas nunca procure entender o que se passa em minha mente. Não se chateie com meus descompassos e mudanças de humor. Somente lembre-se de uma coisa: você e eu – eu e você.

Uns trocados, um adeus e um pouco de reflexão


15 de março de 2011. Falece - vítima de câncer - o esposo de Sônia Maria Siqueira (50 anos), educadora da Creche Nossa Senhora da Esperança.

29 de março de 2011. Um enfarte inesperado acomete a educadora Sônia. Os médicos do Hospital Walfredo Gurgel (Natal/RN) decretam “falência cerebral”, como informou Cira - filha da professora. Como se não bastasse a tristeza de ter deixado o marido morrer à míngua, a depressão e o processo de definhamento tomaram conta de Sônia.

02 de abril de 2011. Morre às 10 horas do dia de hoje, a funcionária do MEIOS (Movimento Estadual de Integração e Orientação Social), Sônia Siqueira. A professora, assim como duas mil pessoas, estava sem receber seu salário desde outubro do ano passado.

Com a esperança no coração de ainda receber os atrasados – como prometera o governo do Estado - essa mãe de seis filhos e viúva, saía todos os dias de sua casa no Bairro do Bom Pastor e encaminhava-se a uma agência do Banco do Brasil para sacar o extrato de sua conta bancária. Sem sucesso. Triste ilusão.

Para Sônia, agora não importa mais se receberá seus trocados ou não. Não pôde aliviar a dor do marido, não poderá usufruir do seu direito de educadora infantil e cidadã, não poderá mais cuidar de seu filho portador de necessidades especiais. O que resta? Talvez um simples adeus e uma parcela de alívio para os filhos que herdaram a despesa do funeral do pai. Se é que irão receber esse dinheiro que custou a vida de sua mãe.

Será que nossos políticos irão esperar até mais uma pessoa morrer para resolverem pagar os salários atrasados dos funcionários do MEIOS? Será que a história de Sônia e o esfacelamento de sua família não serve para um pouco de reflexão?

(via blog da jornalista Thaisa Galvão: http://tinyurl.com/3zg6nwq)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

April Fool's Day

06h45min. O barulho de um casal de rouxinóis me desperta. Mal havia acabado de escovar os dentes, quando o celular tocou.


- Ring, ring:
♫ “Seems like everybody's got a price | I wonder how they sleep at night | When the sale comes first | And the truth comes second | Just stop for a minute and | Smile”.

Era o Anderson. Pelo tom de sua voz, alguma coisa terrível tinha acontecido. Fiquei sabendo que meu amigo poderia estar prestes a perder um de seus maiores bens. Meu confidente de infância não quis entrar em mais detalhes por telefone e pediu que fosse ao seu encontro, onde ele poderia explicar melhor.

Acabada a ligação, parei na sacada do apartamento, ainda preocupada, e observei o que se passava lá fora. O movimento das ruas daquela manhã era intenso.

Como o meu encontro com o Anderson seria na lanchonete mais próxima de casa, optei por colocar um vestidinho branco - simples -  um brinco de bola com a mesma tonalidade e uma rasteira creme. Cabelos soltos ao vento, fui andando ao encontro do meu aflito amigo.

Já sentada na mesa, vi de longe meu amigo que trazia um inexplicável sorriso nos lábios. lá Ao me ver, foi até minha direção, sentou-se na cadeira e segurou minhas mãos. Eu surpresa:
- Menino, que sorriso é esse? E o bem tão precioso que você está para perder?

Ele ainda com aquela cara sapeca falou: “O meu bem precioso é sua amizade, e tive medo de perdê-la ao pregar-lhe essa piadinha de primeiro de abril.

¬¬

Inesperadamente, puxou-me para mais perto e lascou-me uma beijokita.


Naquele dia cheguei à conclusão: o Anderson era um mentiroso.
Tá bom, tá bom. E um lindo também. Confesso.

.

.

.

Pois é, estamos sujeitos a esses tipos de brincadeiras que, como a da estória pode ser legal e até bonitinha, mas que geralmente são de muito mau gosto.

Mas e você?
Já parou para se perguntar
quando começaram
essas piadinhas de 1º de abril?
Sabe a origem dessa data pelo mundo a fora?
Não? Pois confira abaixo!



Origem do 1º de Abril


Existem as mais variadas explicações para o 1º de abril  ser considerado o Dia da Mentira. Uma delas diz que a brincadeira começou na França.

Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março e a data marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1º de abril.

Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1º de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1º de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.

Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day, "Dia dos Tolos (de Abril)"; na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, literalmente "peixe de abril".

No Brasil, o primeiro de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou A Mentira, um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. A Mentira saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.



[ Via Blog do Hugo Sérgio (http://hugo.sergio03.zip.net/) - adaptado ]

Headband

O Hairband (acessório de cabelo), mais conhecido pelo nome de Headband (acessório de cabeça), fez sucesso entre as participantes femininas dessa 11ª edição do Big Brother Brasil. Maria, Jaqueline e Janaína se aproveitaram do look em diversas ocasiões.

Jaqueline, Janaína e Maria


Maaaaas... O que é Headband?

É uma espécie de arco que é colocada por cima do cabelo e tem um toque hippie e indígena. Todavia, o acessório pode ser mais clean e proporcionar um visual mais jovem e retrô, como o da personagem Blair -  do seriado Gossip girl - interpretado pela atriz Leighton Meester, cansou de esbanjar para nós.



Quando surgiu?

Esse acessório surgiu na Grécia antiga e foi utilizado para nomear os cidadãos em ocasiões especiais e eventos importantes. Os romanos também o usavam decorados com ouro e prata.

Somente por volta dos anos 60 e 70 que o Headband atingiu o seu auge e fez a cabeça de homens e mulheres. O movimento hippie foi o grande responsável por esse acontecimento. Está aí o tom hippie que o acessório provoca no look.



Confira abaixo fotos de alguns estilos de Headband:
1) Fininho e arrumado:

2) Lenço:


3) Fino e simples:
(Taylor Swift, cantora)
 4) Trançada:

 5) Étnica:


6) De materiais diferentes:
 
(Nicole Richie, Lily Allen, Micha Barton, Taylor Swift)


7) Trançada natural:



E agora, José?
Eu já aderi a nova tendência. E você?
Os Headbands fizeram sua cabeça?

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A História das Coisas

Já parou para pensar que cuidando do Planeta Terra estamos cuidando de nós mesmos? Essa pauta da SUSTENTABILIDADE não sai mais da mídia, escolas e universidades. Está em todos os lugares, mas parece que as pessoas continuam sem se preocupar com o futuro que deixaremos para as próximas gerações.

O documentário Story of Stuff é um belo propagador [ e um dos melhores ] da temática sustentabilidade. Criado em 2008 pelo projeto de mesmo nome, o vídeo traz a guru ambiental Annie Leonard. Ela conta pra gente uma historinha sobre como funciona o sistema linear do capitalismo e como o jogo de interesses dos agentes hegemônicos do modelo de produção capitalista acaba por dissociar os problemas ambientais do nosso planeta.

Confira!

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